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Assim como nos tempos antigos, desde a civilização egípcia, grega e romana, a humanidade, ao se reconstruir, baseou sua fé no politeísmo, ou seja, crendo em diversas divindades. Como nas civilizações citadas, não se sabe ao certo como essa crença começou ou como a idolatria a essas divindades surgiu precisamente. Entretanto, a humanidade sempre procurou buscar um significado para o sentido da vida e para acontecimentos vistos por nós como mundanos, como a chuva, por exemplo – mas de vital importância para seu dia-a-dia, como a chuva é para o plantio. Surge a necessidade de agradecer ou reclamar, direcionar a responsabilidade para algo mais tangível. Isso faz com que os humanos se sintam parte de algo maior. É motivo de especulação a influência de alguns Mithos em pontos específicos dessa religião, como quando um nome surge de uma palavra de um dos idiomas antigos, mas não existem provas. Meu ponto é que sem guias espirituais ou religiosos da antiga era predominada pelo monoteísmo, a nova civilização criou a sua própria fé, tenha sofrido influências ou não. Costumava ser muito forte no inicio da reestruturação humana, de 5335 em diante, durante o período de “extermínio mutante” em 5560 a 5800, até 5917, quando se iniciou a “Aurora do Mitho” e esses começaram a despertar em maior quantidade.

Nos séculos seguintes, alguns Mithos devotos às suas (agora) antigas crenças, tentaram pregar o cristianismo, judaísmo, entre outros pensamentos e religiões, mas não era algo que poderiam modificar facilmente, tendo em vista que, ainda que houvesse uma grande quantidade Mithos, era pouco em relação aos humanos. Por fim, muitos acabaram apenas respeitando essa crença, ainda que lhes parecesse absurda.  Uma minoria até a adotou, seja verdadeiramente ou apenas para tirar proveito, pois alguns humanos acreditavam que os Mithos eram enviados pelos deuses ou mesmo filhos de deuses e chegavam a venerá-los. Era o conceito que podiam criar de seres como os Mithos, demonstrando a ignorância humana incapaz de conceber ou entender o conceito de um Mitho.

 

Nos últimos séculos, desde o ano 6000, esses deuses continuam presentes na cultura atual, mas cada vez menos, dado o impacto da “AURORA DO MITHO”. São representados como estátuas, alguns com pequenos templos contendo oferendas feitas por humanos. Citações aos seus nomes surgem até mesmo no dia-a-dia, no vocabulário, nas pequenas preces e superstições mundanas. Porém, como já citei, essa cultura está a desaparecer. Não por causa da influência de Mithos das antigas religiões, mas simplesmente pela existência dos tais Mithos. Os homens acabaram sendo influenciados pelo conhecimento e poder dos deles. Não há mais guerra de disputa de terras entre humanos, e a nobreza também foi se extinguindo, os tronos começaram a ser tomados por Mithos, afinal, que poder realmente tinham os nobres em comparação com os Mithos? De que adiantava um exército de centenas de homens armados de espadas e peitorais, quando um Mitho biônico era capaz de dizimá-lo em minutos? Isso fez com que a deusa da guerra caísse no esquecimento.

Afim de que essa cultura não seja esquecida, resolvi estudar e catalogar cada uma dessas “entidades”, frutos da incrível criatividade e até mesmo do medo e esperança humana, criando este compêndio. Enfim, sendo que vivemos na época dos Mithos entre homens, apresentarei a seguir o que batizei como: O Panteão MITHICO.

Att. Jack T.

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